ANEL TIFFANY & CO. PALOMA PICASSO "LOVE AND KISSES" EM OURO CRAVEJADO DE DIAMANTES DE 1 PONTO CADA anel de malha tiffany

Informações Adicionais

Fabricante Tiffany & Co.
Modelo Paloma Picasso "Love And Kisses"
Metal Ouro Amarelo 18k
Pedras 12 Diamantes de 1 Ponto Cada
Peso 9.0 Gramas
Aro(Tamanho) 16 (Ajustável)
Garantia Permanente de Qualidade dos Materiais
Observações -
Referência Interna 379-004

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aterramentos

miguel de souza miguel derow
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(Parte 1 de 2)

16O SETOR ELÉTRICO Julho 2006

Capítulo V anéis de Cintamento, aterramento e medição de resistênCia.

FASCÍCULO 2 / NBR 5419 SPDANormando V.B. Alves, diretor-técnico da Termotécnica Proteção Atmosférica - normando@tel.com.br w.tel.com.br

A abordagem deste trabalho foi direcionada pela norma NBR5419/2005 e tem foco para aplicação em instalações de SPDA.

Os anéis intermediários têm duas importantes funções: 1ª – Receber as descargas diretas laterais, comuns acima de 20 metros de altura (ver fotos).

Foto 1 – Descarga lateral em prédio

2ª – Distribuir as correntes da descarga atmosférica pelas descidas fazendo com que a partir de um dado momento essas correntes desçam de forma equilibrada pelo SPDA, reduzindo os campos eletromagnéticos dentro da edificação, ajudando a preservar as instalações existentes.

Foto 2 - Descida e anel de cintamento com barra chata de alumínio reduzindo os danos estéticos

Os anéis de cintamento horizontal também poderão ser chamados de anéis de amortecimento, anéis de captação lateral ou anéis intermediários.

16O SETOR ELÉTRICO

17O SETOR ELÉTRICO Julho 2006

Descida Anel de cintamento

Interligação das massas metálicas com as descidas e anéis de cintamento

Desenho genérico de SPDA onde são mostrados o sistema de captação, as descidas, os anéis de cintamento, o aterramento e as equalizações.

CAIxA DE EqUAlIzAÇÃO

CENTRA l DE gáz

20m 20m

17O SETOR ELÉTRICO Julho 2006

SE 1250

18O SETOR ELÉTRICO Julho 2006

FASCÍCULO 2 / NBR 5419 SPDA

Ainda existem muito misticismo, crendices e confusões sobre aterramentos. As mais comuns são: • “O aterramento tem que ter uma resistência de aterramento de no máximo 10 ohms em qualquer época do ano” • “O aterramento dos equipamentos eletrônicos tem que ser executado separado do SPDA” • “Os equipamentos estão queimando porque a resistência de aterramento é alta” • “O fabricante do equipamento não dá garantia se o aterramento não tiver no máximo 10 ohms” • “As concessionárias elétrica e telefônica não deixam interligar o aterramento do SPDA com o aterramento delas”

Na verdade o valor de resistência de aterramento não é muito importante para as correntes de alta freqüência, como é o caso das descargas atmosféricas. Elas têm miopia para a resistência e na verdade enxergam mais a impedância do aterramento, porém como não existem no mercado aparelhos para fazer a medição de impedância, se faz a medição da resistência para se ter uma idéia do valor, mas a norma não exige nenhum valor específico, apenas recomenda 10 ohms. mas não exige esse valor.

Esse valor medido serve para se ter um acompanhamento do histórico do aterramento, para identificar possíveis danos à malha, do que pelo valor propriamente dito.

Já no caso de malhas de aterramento para subestações (baixa freqüência e tempo longo) é imperativo que a malha de aterramento tenha valores de resistência baixa para controlar tensões de passo e tensões de toque.

Para um bom dimensionamento de uma malha de aterramento para

SPDA, o primeiro passo é fazer um reconhecimento das características elétricas do solo. Para tal é necessário fazer a prospecção do solo “in loco”, através do método de Wenner (4 estacas) e depois a estratificação do solo em camadas.

Com relação aos questionamentos se as diferentes malhas numa edificação podem ou não ser interligadas, esse é um ponto passivo e as normas (NBR5410 e NBR5419) e outras afins estão exigindo essa interligação. Na verdade a tendência é se acabar com essas malhas separadas e executar uma malha única que irá atender a todas as necessidades (energia/SPDA/telefonia/informática, etc). Em resumo, é lei que as malhas têm que ser interligadas, porém deve-se ter cuidado para evitar que uma interligação indiscriminada piore a situação ao invés de ajudar. São nesses casos que as definições de projeto são importantes.

De acordo com a norma NBR5419/2005, existem basicamente 2 tipos de aterramento : ARRANJO “A” Esse tipo de aterramento somente poderá ser usado em edificações com perímetro de no máximo 25 metros e resistividade do solo até 100 ohms x metro. Assim o uso desse tipo de aterramento, de modo a atender as duas condições simultaneamente, somente em casos muitos raros, por ser uma edificação muito pequena e a resistividade do solo muito baixa.

Esse tipo de aterramento é usado em 9% dos casos e consiste num anel de aterramento interligando todas as descidas com cabo de cobre nu 50mm2 (NBR6524) a 50 cm de profundidade no solo. Para cada descida é recomendável a instalação de uma haste de aterramento tipo copperweld de alta camada (254 mícron de cobre-NBR13571) de modo a reduzir os potenciais na superfície do solo. Essas hastes deverão ser interligadas à malha de aterramento em anel que circunda a edificação, preferencialmente com soldas exotérmicas, ou no caso de conexão mecânica, ela deverá ser robusta e provida de caixa de inspeção tipo solo para futuras manutenções. Essa caixa deverá ter um diâmetro de no mínimo 250 m para possibilitar manutenções futuras.

De forma geral a malha de aterramento em anel (arranjo B) atende a maioria das situações, porém para edificações de nível 1 de proteção, apenas esse anel pode não ser suficiente. Nesses casos deverá ser consultada a tabela abaixo onde é determinada a quantidade de condutores que deverão ser enterrados em função da resistividade do solo (ver figura ilustrativa).

Caso a quantidade de condutores seja maior que o próprio anel, deverão ser instalados radiais horizontais (pé de galinha/corvo) ou seja, condutores horizontais, também chamados de contra- pesos, até consumir a quantidade de cabo determinada na tabela abaixo.

Esses radiais deverão possuir uma abertura mínima de 60 graus entre os radiais.

ATERRAMENTO PARA NíVEl 1 DE PROTEÇÃO

> 60° > 60°

18O SETOR ELÉTRICO

19O SETOR ELÉTRICO Julho 2006

TABElA DE CONDUTORESDE ATERRAMENTO EM

FUNÇÃO DA RESISTIVIDADE DO SOlO (verificar maisrigor em edif denível1de proteção)

Nível I

Fotos da preparação da solda exôtérmica.

Detalhe da solda exotérmica entre a haste de aterramento, a malha e a descida

Apesar da qualidade do aterramento estar diretamente ligada à qualidade dos materiais e serviços aplicados na instalação do que à medição, ela é necessária para se ter uma idéia do valor apresentado e possa ser feito um histórico do aterramento, para que, no futuro, caso haja algum dano involuntário (acidental) ou voluntário (furto) seja possível identificar o problema e corrigi-lo a tempo.

A medição deverá ser executada pelo método de “Queda de Potencial” com um terrômetro.

Deve-se dar preferência para marcas consolidadas no mercado, para que a medição seja confiável e o aparelho possa ser aferido pelo menos uma vez por ano.

A medição pelo método de “Queda de Potencial” consiste nos seguintes passos: 1 – Em primeiro lugar é necessário conhecer as dimensões da malha a ser medida; 2 – Em seguida deverá ser determinada a maior diagonal da malha (D); 3 – Multiplicar o valor da maior diagonal por 4 (ou 6) obtendo o valor de 4D; 4 – O próximo passo consiste em determinar “in loco” a melhor direção para realizar a medição, evitando locais de difícil acesso, obstruídos ou com muitas interferências; 5 – Cravar a sonda de corrente a uma distância do centro da malha de 4D a 6D; 6 – Cravar a sonda de corrente a intervalos de 10% de 4D (ou 6D, dependendo de qual você adotou) do centro da malha em direção à sonda de corrente (fixa); 7 – Quando estiver chegando a 62% de 4D (ou 6D), cinco medidas antes e cinco medidas depois deverão ser de 1% de 4D (ou 6D). Como cada malha tem suas dimensões diferentes, logo D, D4 (ou D6), a distância da SC e SP irá variar para cada medição; 8 – Após a coleta desses dados, deverá ser plotado o gráfico de D X R (distâncias X resistência); 9 – O gráfico deverá ter uma aparência próxima do desenho abaixo, onde possui duas curvas ascendentes e uma reta horizontal. Essa linha horizontal é o valor que representa a resistência da malha medida. Caso não se consiga obter um gráfico onde seja possível identificar claramente o patamar, a medição deverá ser reproduzida em outra direção para fugir das interferências existentes. Valores do patamar que tenham um desvio acima ou abaixo de 5% deverão ser descartados do gráfico, pois podem estar sinalizando interferências locais; 10 – Deve-se atentar que medições de malhas de SPDA que sejam executadas com a sonda de corrente a 20 m e a sonda de potencial a 10 m não são tecnicamente validadas, apesar de alguns aparelhos mais antigos trazerem um diagrama

Detalhe da valeta do aterramento

50cm

Cabo de cobre nú 50mm

19O SETOR ELÉTRICO

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